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1.6.12

Passos da mudança de John Kotter


Primeiro Passo: Crie um senso de urgência
Apesar de ter claros os motivos que levaram a necessidade de mudança, é preciso fazer com que todos os colaboradores sintam também esta mesma necessidade de mudança e percebam a importância de agir imediatamente.
Sendo assim, criar este senso de urgência permite que a empresa conte com a cooperação necessária para conduzir uma mudança. De acordo com Kotter, 50% das empresas que não conseguem fazer as mudanças necessárias pecaram logo no início do processo, ignorando a necessidade de tirar as pessoas da zona de conforto.
Pretende-se aqui inspirar as pessoas para a mudança como criar o senso de urgência e não apenas pressioná-las para uma causa que não lhes diz respeito.
Para fazer isto acontecer, Kotter recomenda:
- Traga as informações de fora para dentro.
- Comporte-se com urgência todos os dias.
- Encontre a oportunidade diante da crise
- Lide com o “não”
Segundo passo: Desenvolver a mudança
Formar o grupo que vai liderar a mudança. O grupo à frente do processo deve estar coeso e saber claramente quais são as suas tarefas 
Terceiro passo: Estabelecer Estratégia
Estabelecer claramente a nova visão e a estratégia. Isso é fundamental para que todos saibam os objetivos da mudança e como alcançá-los 
Quarto passo: Comunicar
Comunicar sempre e de forma simples. A única maneira de as pessoas se comprometerem com a mudança é entendendo por que ela é necessária .
 Quinto passo: Remover Barreiras
Remover as barreiras. Chefes autoritários, hierarquia rígida, remuneração que não premia o melhor desempenho, tudo isso dificulta a mudança. 
Sexto passo:  Criar Objetivos
Criar vitórias de curto prazo. Mudanças levam tempo. Para que as pessoas continuem na rota, é preciso adoptar metas que elas atinjam no meio do caminho 
Sétimo passo:  Não desistir perante obstáculos
Não desacelerar. Quando os primeiros resultados positivos começam a aparecer, a tendência é diminuir o ritmo 
Oitavo passo: Fazer com que resulte
 Fazer a mudança permanecer. Para isso, é fundamental que os novos procedimentos passem a fazer parte da cultura da empresa ou organização.  
É de notar que os pinguins adotaram instintivamente todos os passos, e por isso a sua mudança foi bem-sucedida. Todo esse processo culminou com uma nova colónia, com novos procedimentos, onde a mudança era habitual, e os seus membros até partilhavam comida, subvertendo assim os costumes e práticas que já vinham de tempos ancestrais. Ou seja, a mudança tornou-os mais fortes.

Análise crítica da obra “O nosso iceberg está derreter”


Jonh Kotter orientou toda a sua obra para a o tema - mudança. Esta história é lançada no seguimento de outro livro da sua autoria, intitulado “Liderando a mudança”, onde são enumerados oito passos que as organizações devem seguir, de forma a implementar uma mudança bem-sucedida.
Neste livro, podemos notar que os pinguins adotaram instintivamente todos os passos que Kotter inumera na sua outra obra “ Liderando a mudança”, fazendo que a mesma tenha sido bem-sucedida. Todo esse processo culminou com uma nova colónia, com novos procedimentos, onde a mudança era habitual, e os seus membros até partilhavam comida, subvertendo assim os costumes e práticas que já vinham de tempos ancestrais. Ou seja, a mudança tornou-os mais fortes.
Neste livro Kotter deu-nos a conhecer uma forma de pôr em prática os passos para uma mudança bem-sucedida. Com a leitura deste livro facilmente apreendemos a saber lidar com a mudança

28.5.12

O nosso Iceberg está a derreter...

O nosso Iceberg está a derreter

A hora da mudança.


Qualquer processo de mudança por mais necessário e bem preparado que seja enfrenta resistência seja individual, uma vez que vai representar uma alteração da estrutura de poder e dos hábitos dentro da colónia. No entanto, a colonia tem como objetivo fundamental assegurar a sua continuidade e sobrevivência.
Quando se resolve implementar um novo processo sabe que este estará sujeito à cultura organizacional e aos seus julgamentos. Aqui a comunicação tem um papel muito importante que fará essa cultura mudar.
Pois, coube então a Buddy o papel importante de falar com a professora, e logo descobriu que ela própria estava receosa da mudança, temendo que os seus serviços deixassem de ser necessários. No entanto, Buddy assegurou-lhe que esses receios eram infundados.
Mais tranquila percebeu que o melhor seria mesmo mudar e ter uma atitude positiva quanto ao seu futuro. Começou então a remediar o mal que tinha feito: passou a contar histórias de ações heroicas aos seus alunos, explicando que, para lidar com novos desafios era necessária a ajuda de todos, mesmo os mais novos.
Toda a colónia mudou, não só fisicamente, mas acima de tudo, fizeram uma mudança de mentalidades.
Para a colónia continuar a ser bem-sucedida, era necessário que as alterações não fossem substituídas por tradições persistentes e difíceis de quebrar. Aqueles pinguins tinham de estar sempre atentos, e disponíveis à mudança logo que as condições o exigissem. Foi isso que fizeram, e por isso tiveram sucesso.

“ tantas vezes pensamos ter chegado, tantas vezes é preciso ir mais além”.





A liderança pode constituir-se para um grupo como um importante fator de promoção de maior eficiência e eficácia. No entanto as pessoas têm comportamentos e ritmos de aprendizagem diferente, cabendo ao líder a função de saber exercer a sua liderança de forma efetiva.
Pois, tal como escreveu Fernando Pessoa: “ tantas vezes pensamos ter chegado, tantas vezes é preciso ir mais além”.
Na nossa história, a tarefa que estava destinada aos observadores do degelo do icebergue, torna-se complexa, uma vez que tinham a dupla função de também pescar.
Portanto a sua capacidade de conseguir alimento para a colónia iria estar seriamente comprometida.
Como eliminar este obstáculo?
Os cinco líderes da mudança rapidamente perceberam o que era preciso para eliminar os obstáculos. Seguir o líder. Seguir o exemplo de alguém que pretende conquistar os seus objetivos iria ajudar a superar os obstáculos.
Pois, tal como escreveu Fernando Pessoa: tantas vezes pensamos ter chegado, tantas vezes é preciso ir mais além”. 


17.5.12

A gaivota




As conclusões que chegaram passados cinco dias foram que o melhor seria ouvir os outros membros da colónia. Assim fizeram. Passaram a prestar atenção ao que viam e ouviam.
“Um outro pinguim sugeriu que se encontrasse um inecerg perfeito. Sem derretimentos, sem grutas expostas, sem fissuras, apenas maravilhosos….”
“… deslocar de alguma forma colónia em direção ao centro da Antartida, onde o gelo é mais espesso e resitente.”
“… sugeriu a criação de uma supercola à base de gordura de baleia assassina q que a utilizassem para colar “muito bem” o icebergue.” (Kotter,2011:54,55)
Bem o pinguim chefe reconheceu a necessidade de se fazer uma abordagem diferente…
“Talvez dessem fazer o que o Fred fez quando descobriu o nosso terrível problema. Andar por aí , de olhos e mentes abertos. Ser curioso.”
Por isso, certo dia, ao verem uma gaivota a voar, decidiram falar com ela e procurar saber mais sobre a forma como vivia. A gaivota explicou-lhes sobre a vida nómada do seu clã, e desta conversa, surgiram ideias. Alice logo imaginou como poderiam viver: aprenderiam a mudar-se de um local para o outro!
No dia seguinte, convocaram a a colónia para uma reunião e transmitiram-lhes a solução que tinham encontrado. Iriam conseguir encontrar outro lugar mais seguro para viverem, e mudaria as vezes que fossem necessárias. Para isso, seriam necessários voluntários que trabalhassem como observadores, na procura de locais que tivessem as condições para estabelecer a colónia.
Para que o que fora dito naquela manhã não fosse esquecido, desenvolveram estratégias de comunicação. Assim, para cada dia da semana foi inventado um novo slogan sobre a necessidade da mudança, que por sua vez era impresso em cartazes de gelo, e colocado em locais estratégicos. A mensagem estava a conseguir passar, e muitos se ofereceram como voluntários. No entanto, surgiram alguns obstáculos. Nono tornou-se num “profeta da desgraça”, influenciado negativamente alguns. Também, alguns pinguins mais novos começaram a ter pesadelos, causados pelas histórias de terror contadas pela professora do jardim-escola. 

10.5.12

O que vai acontecer com o aquecimento Global?????

8.5.12

Não consigo fazer isto sozinho



Teria Fred razão no que estaria a dizer? Começaram a sair e sem levantar alarme o melhor seria manter algum segredo para não provocar o pânico na colónia.
Claro que a Alice não gostou nada da ideia, para ela este problema era demasiado grave para ser escondido do resto da colónia. Impunha-se a participação de toda a colónia na resolução deste problema.
Fred teve então uma ideia para resolver o impasse. Encher uma garrafa de vidro, se ela se partisse com a pressão da água à medida que congelasse, tinham motivos para se preocupar, pois era provável que isso também acontecesse com o iceberg.
Assim o fizeram, e no dia seguinte a garrafa estava partida. Perante esta prova irrefutável, todos, exceto Nono, concordaram que era preciso agir.
“… Informem os outros que vamos ter uma assembleia. Não lhe digam o assunto, para já.”
Convocaram uma assembleia em que a Alice e o Fred explicaram aos restantes pinguins o porquê da colónia estar em perigo. Fred usou a réplica do iceberg e explicou a experiência da garrafa.
O Pinguim Chefe disse:

"... A colónia precisa de uma equipa para a orientar ao longo deste período difícil. Não consigo fazer isto sozinho. Creio que nós os cinco somos a melhor equipa para a tarefa que nos deparamos.".

E assim, decidiu-se constituir uma equipa para resolver o problema, Louis o Pinguim Chefe; Alice; Fred; Buddy e Jordan. Todos eles tinham características que se complementavam, tornando assim o grupo mais capaz para fazer face ao que se avizinhava.

30.4.12

Comunicar sempre e de forma simples.


Bem para não lhe acontecer o mesmo que Harold, o Fred decidiu que teria de planear bem o próximo passa para convencer a colónia que o perigo rapidamente surgia. Na colónia existia um conselho de líderes, composto por dez elementos. A Alice era um deles, tinha sentido prático, era imparcial e era próxima dos membros da colónia. Como grande amiga do Fred, ele contou-lhe a sua história, por achar que seria menos provável que ela a ignorasse. Convenceu-a a ver com os seus próprios olhos o que estava a acontecer com o iceberg. Foi aqui que Alice percebeu a preocupação de Fred. Tinham de avisar os outros!
Alice contactou todos os restantes membros do Conselho de Líderes. Pediu-lhes para irem ver o mesmo que ela tinha visto com Fred, mas nenhum deles se mostrou interessado. Então, ela falou com Louis, o Pinguim Chefe, para convidar Fred a estar presente na próxima reunião do Conselho. Ao preparar-se para a reunião, Fred chegou à conclusão que, ao invés de fazer um discurso com explicações técnicas, seria mais sensato construir uma réplica do seu iceberg. Assim fez, e na reunião, recorreu à réplica, explicou e descreveu em pormenor o que estava a acontecer. Claro que alguns manifestaram-se discordantes de Fred, principalmente Nono que era um dos pinguins mais antigos da colónia e responsável pelas previsões meteorológicas, não acreditou em nada daquilo que Fred disse. Alice tomou logo partido do amigo, lembrando ao Conselho que caso, se verificassem as previsões de Fred e os lideres não tomassem qualquer providência, eram eles enquanto responsáveis pela colónia, de dar explicações aos familiares das vítimas.

24.4.12

Criar um senso de urgência

Este livro conta a história de uma colónia de pinguins que vive com tranquilidade num iceberg há muito tempo. No entanto, esta tranquilidade era aparente. Um dos pinguins que vivia no iceberg chamava-se Fred. Fred é curioso, criativo e observador. Por isso, não perdia muito do seu tempo a apanhar peixe, como os outros pinguins, mas costumava passar grande parte desse tempo a observar o iceberg e o mar.
Durante as suas observações, Fred chegou a uma conclusão preocupante, o iceberg estava a desfazer-se, e com o tempo, o lar da sua colónia iria desaparecer, causando muitas mortes.
A grande preocupação de Fred era como avisar os outros pinguins? É que ninguém lhe daria ouvidos a esta preocupação. Ele lembrava-se de Harold, que é outro pinguim da colónia e que foi ridicularizado porque tentar fazer o mesmo que ele, mas ninguém quis saber e ouvi-lo. Todos achavam que as preocupações dele eram infundadas. O iceberg não iria derreter já amanhã.
Então Fred, começou a pensar como haveria de fazer para que toda a colónia percebesse que o que a transformação que estava a acontecer ao iceberg era de carácter urgente.

21.4.12

Enquadramento da obra

Com a mesma velocidade com que o iceberg descrito nesta fábula se derrete, o nosso mundo evolui ao mesmo ritmo acelerado.
Questionamos qual a atitude correta a tomar pelos governos, pelas organizações pelas empresas e mesmo por cada um de nós em particular, face a estas mudanças que vão ocorrendo no nosso dia a dia.
Este livro foi-me sugerido por uma colega de trabalho, que me disse que era de fácil leitura, muito engraçado e algumas personagens contidas nele faziam lembrar alguns colegas que connosco trabalham. Remete de alguma forma para um outro que já tinha lido de “Quem mexeu no meu queijo?” e que nos é sugerido como “work therapy”, e em que cada um de nós formula a ideia do que é um “queijo”,  e que sob a forma de metáfora se nos depara sobre aquilo que esperamos para a nossa vida e para aquilo que desejamos, quer seja um emprego, dinheiro, saúde, liberdade, paz, etc.., e que o procuramos incessantemente porque acreditamos que isso nos fará felizes.   
A data de publicação de “O nosso iceberg está a derreter” é de Março de 2007. O tema central do livro prende-se como fazer mudanças bem-sucedidas e como ultrapassar os obstáculos que nos surgem neste processo de mudança. Este tema é bastante pertinente numa altura, em que a conjuntura atual é bastante adversa. Além de ser uma fábula fácil, divertida e de agradável leitura, constitui também uma valiosa orientação para um mundo em constante e vertiginosa mudança.

28.3.12

Sinopse - O nosso icebergue está a derreter

O nosso icebergue está a derreter é uma fábula simples sobre ser-se bem-sucedido num mundo em constante mudança. Baseada no trabalho premiado de John Kotter, da Harvard Business School, esta história tem sido utilizada para ajudar milhares de pessoas e organizações. A fábula conta a história de uma colónia de pinguins. Um grupo de belos pinguins imperadores vive de acordo com a tradição há muitos anos. É então que uma ave curiosa descobre que um problema potencialmente devastador ameaça o lar da sua colónia – mas, de uma forma geral, ninguém o ouve. Esta história fala de resistência à mudança e de ações heroicas, de obstáculos aparentemente inultrapassáveis e das tácticas mais inteligentes para lidar com esses mesmos obstáculos. É uma história que podemos transpor sob várias formas para o mundo à nossa volta, hoje em dia; contudo, os pinguins abordam os desafios muito melhor do que a maioria de nós.

4.3.12

O nosso iceberg está a derreter