4.6.12
Reencontrar PEDRO e INÊS
O seu amor é um dos maiores mitos da nossa história pode ser um bom motivo para conhecer a região Centro.Deixo alguns links uteishttp://www.fundacaoinesdecastro.com/index.php?option=com_content&view=article&id=4&Itemid=2http://www.turismodecoimbra.pt/pt/jardins-e-espacos-verdes/jardins-da-quinta-das-lagrimas.htmlhttps://www.google.pt/search?q=quinta+das+lagrimas&hl=pt-PT&sa=X&prmd=imvns&tbm=isch&tbo=u&source=univ&ei=rKDLT7jkIOOK0AWpqfifBQ&ved=0CJgBELAE&biw=1360&bih=561A história de Pedro e Inês foi celebrada por poetas e escritores, teatralizada vezes sem conta, contada em ópera, por isso para os mais interessados no tema, aqui fica um exemplo de links a visitar.http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/clubedeleituras//blogs/ines-pedro/index.php?s=lerpost&post=2232
Último Dia
6º Dia
3.6.12
2.6.12
5º Dia
4º Dia
1.6.12
“Um grande amor nunca é espontâneo”
27.5.12
2º Dia
17.5.12
Pedro e Inês
9.5.12
Assim começa o primeiro dos últimos sete dias da história deste amor!
10.4.12
A minha apresentação
28.3.12
Sinopse - Minha Querida Inês
A história trágica de D. Inês de Castro, pela sua universalidade e intemporalidade, é inesgotável. Margarida Rebelo Pinto revela-nos os meandros deste universo fascinante, desmontando todos os passos da vida de D. Inês na semana que antecede um destino inelutável: a sua execução no dia 7 de Janeiro de 1355. Através da perspectiva de D. Inês vamos conhecendo os segredos da alma desta heroína e as maquinações das razões do Estado que determinaram o fim de uma vida mas não do amor.Uma estreia surpreendente no romance histórico de uma escritora que, pela sua extraordinária capacidade de penetrar no íntimo de cada personagem, dá voz a D. Inês, D. Pedro, D. Afonso IV e a outros protagonistas deste momento inesquecível da nossa História. Despidos das suas máscaras, ficamos a conhecer melhor as suas forças, fraquezas, motivações e desejos íntimos. Novas e surpreendentes revelações deste período único da História de Portugal dão sentido à frase que eterniza o amor de D. Inês e de D. Pedro: “Até ao fim do mundo”.










